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Louis Vuitton processa responsável de campanha pró-Darfur A estudante de arte dinamarquesa Nadia Plesner lançou uma campanha pró-Darfur com base numa imagem de uma criança com uma mala cuja imagem remete para os produtos da marca Louis Vuitton. A empresa francesa alertou-a para o que considera ser uma violação dos direitos de propriedade intelectual, mas a jovem artista afirmou que não vai renunciar à sua liberdade de expressão. A marca anunciou agora que pretende levar Nadia Plesner a tribunal.
O comentário:
O marketeer da LV não percebeu que processar esta senhora tem reacções mais adversas do que seria ter um golpe de mestre e tentar-se associar à campanha. Como já começa a ser habitual, estes processos têm a tendência de ser um tiro pela culatra. Veja-se o resultado. O assunto está em todas as páginas dos media e claramente a imagem que fica da LV não é positiva. E nem sempre publicidade é boa publicidade, porque duvido que aumente o número de consumidores que compra por impulso carteiras a 1000 euros. Faz lembrar a vitória pírrica da Microsoft sobre uma pequena empresa que desenvolveu um motor de controlo parental para o MSN. A única coisa de relevo que a MS consegui foi chamar a atenção para um produto que a MS preferiria que não existisse. Quanto a esta campanha, atingiu o objectivo. Diria mesmo que esta senhora montou a armadilha à LV e a LV caiu nela. Quanto à propriedade intelectual.... BAH. O nome LV não foi referido, apenas fotografada uma mala. Ou a LV também processa todas as revistas cor de rosa e Holas cada vez que aparece uma estrela com uma mala. Pois é, a linha de separação é fina e parace-me que a LV tem dois pesos e duas medidas.
Abandonei o antigo blog há uns tempos, agora voltei com o bicho de escrever, mandar calinadas e dizer disparates.
Vai durar pouco tempo, mas eu não resisto, que é que eu hei-de fazer?
Pronto, tenho um novo blog.
E o que é que isto interessa à comunidade em geral?
Nada, mas vale sempre a pena divulgar.
Perante todos os nomes parvos que me surgiram à cabeça, este foi o menos parvo:
"Tenho a dizer que"
Faz sentido. Sou um tipo que gosta de mandar os seus bitaites, as suas tiradas para o ar, e tenho a irritante mania que sei sempre tudo sobre todas as coisas (vá lá Deus saber porquê).
Música, Filmes, Actualidades, Arte, Humor, Política, Lamechices, Fotos, etc. Vou tentar actualizar o máximo possível.
Conto com a vossa participação, e não tenham receio de dar a vossa opinião, que eu não censuro ninguém. Até me podem mandar à m*rda, que eu não me importo (desde que seja com estilo).
Este filme promete, ó se promete! Para já, é a versão cinematográfica de "Ensaio sobre a Cegueira", do nosso José Saramago. Depois, para se fazer um bom filme, tem que existir um bom realizador: nada melhor que o Fernando Meirelles (Cidade de Deus, Carandiru, Cidade Baixa, Tropa de Elite, etc) para o dirigir.
Depois, bons actores: Julliane Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover (que conhecemos da saga 'Arma Mortífera', que fazia com o Mel Gibson), o Gael Garcia Bernal, Alice Braga, Sandra Oh (que conhecemos da série 'Anatomia de Grey'). É uma série de actores de vários países, um mix de nacionalidades.
A história já é conhecida de todos (ou se não é, deviam ler):
O romance de Saramago aborda o surto de uma inédita epidemia de uma cegueira que se abate sobre uma cidade não identificada, inexplicável e incurável. Esta tal "cegueira branca" — tem este nome, pois as pessoas infectadas apenas vêm branco — manifesta-se num homem sentado no trânsito e, lentamente, o país inteiro fica doente. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos, pela obscuridade, a meros seres lutando pelos seus instintos. À medida que os afectados pela epidemia são colocados em quarentena, em condições desumanas, e os serviços do Estado começam a colapsar, seguimos a história da mulher de um médico, a única pessoa que não é afectada pela doença que cega todos os outros. É O desmoronar completo da sociedade que, por causa da cegueira, perde tudo aquilo que considera como civilização e mostra a profunda humanidade dos que são obrigados a confiar uns nos outros quando os seus sentidos físicos os deixam. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas também das suas vidas espirituais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro.
Na contracapa: "Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara."
(não me apetecia escrever, fui buscar à wikipédia, e alterei umas coisas - além do brasileiro para português)
Pessoal! Então essa Queima? :D Vamos lá começar esta vida pós queima? Lá terá de ser... É o seguinte...precisava MESMO MUITO que voces comentassem este post dizendo as marcas que foram trabalhadas por nos no 1º semestre por causa do Evento de Comunicaçao Organizacional...aquele qe se vai realizar a 3 de Junho...o que falámos na reunião. Das que me lembro (a PSGET e AIM):
A Toga MTV Body Shop Sagres Super Bock Unicef Nike TAP Martini Licor Beirão